Além disso, pretende ainda em 2010 distribuir seus produtos em São Paulo. No ano que vem, em outras regiões, já que ainda atua apenas na região Sul do País. Quanto a capacidade de produção para atender a essa demanda, a Stival conta com uma indústria de arroz no Rio Grande do Sul e uma unidade para misturas em Campo Largo. Segundo Alexandre Stival, diretor comercial da empresa, a estrutura atual comporta crescimento de 60% no volume, mas novos investimentos já estão previstos. A venda de feijão responde por 40% das receitas e, de arroz, por 20%, e a meta é que outros itens passem a ganhar destaque. Por isso, a empresa já começou a mexer no seu mix de produtos. Dos mais de 300 itens começam a sair de linha aqueles que já não garantem bom retorno. Caso da ração para cães e do amendoim com casca. "Os consumidores não têm muito tempo, então vamos reforçar produtos de maior valor e praticidade", explica o diretor.